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Ministério de Administração

Administração Semear

FUNÇÕES-CHAVE DA ADMINISTRAÇÃO

Administração é a tomada de decisão sobre recursos disponíveis, trabalhando com e através de pessoas para atingir metas e objetivos. É o gerenciamento de uma organização, levando em conta as informações fornecidas por outros colaboradores e também pensando previamente as conseqüências de suas decisões. É também a ciência social que estuda e sistematiza as práticas usadas para administrar.

Os princípios da Administração (planejar, organizar, dirigir e controlar) são realizados por intermédio das suas principais funções administrativas: fixar objetivos e metas; analisar e conhecer os problemas; solucionar os problemas; organizar e alocar os recursos, tanto financeiros, quanto tecnológicos e humanos; liderar comunicando, dirigindo e motivando as pessoas; negociar; tomar decisões; controlar mensurando e avaliando.

Assim como nas organizações seculares a igreja conta com pessoas-chave para que os princípios administrativos sejam cumpridos, podemos destacar as secretárias, os tesoureiros e os líderes de ministérios.

O líder de um ministério seja ele designado de pastor, bispo, apóstolo ou com outra titulação, necessita mais do que secretários, tesoureiros e líderes de departamento, ele precisa que estas pessoas nestas funções sejam seus assessores.

Sim, homens e mulheres dedicados ao Senhor e mais, detentores de conhecimentos, habilidades e atitudes positivas que possam colocar à disposição da obra de Deus e de seus líderes as características que vão além de lavrar atas de assembléias, batismos e casamentos, contar as ofertas e pagar as contas ou, ainda, realizar eventos.

Vejamos algumas atividades que estes poderiam, em muito, assistir aos seus líderes:

A secretária

· Divulgação da visão, missão e valores do ministério, os objetivos para o ano ou outras informações que o líder deseja que seus membros tenham conhecimento;
· Incentivar os membros à participação de um determinado culto ou evento;
· Enviar mensagens curtas de incentivo e apoio aos membros;
· Engajar os membros em programas, projetos e atividades no Ministério, através do incentivo e observação do potencial de cada um;
· Utilizar a comunicação a fim de reforçar a cultura do Ministério nos membros;
· Assessorar na logística dos cultos.

Tudo isto pode ser realizado utilizando os mais diversos meios de comunicação que hoje dispomos: cartas, e-mails, SMS (Mensagens no celular), Twitter ou Orkut (Redes de relacionamento), etc.

Hoje, espera-se que uma secretária, além de registros bem feitos, auxilie o líder no trato com os membros da igreja, acompanhando questões e acontecimentos que proporcionem um alívio de carga deste, além de prover informações importantes para ações e tomadas de decisão com mais sucesso.

O tesoureiro

Espera-se que mais do que um Tesoureiro, seja um Gestor de Finanças.

· Elaborar Orçamento; 
· Incentivar os membros à Contribuição (isto não é tarefa somente do líder);
· Planejar, provisionar (separar para) e realizar Investimentos;
· Buscar oportunidades com parcerias que possibilitem o Ministério alcançar suas metas com custos subsidiados (patrocínio);
· Acompanhar distorções nas entradas que possam trazer algum risco aos propósitos do Ministério e agir preventivamente;
· Estar atendo às mudanças na Legislação que envolve os Ministérios.

O responsável pelas finanças do Ministério deve se preocupar tanto quanto o líder pelo crescimento e desenvolvimento, sendo capaz de observar às tendências e tomar ações proativas.

EQUIPE de fé

Nossos Apóstolos Semear

Governar

GOVERNAR BEM: I TM. 5:17
Governar, no grego, em Timóteo é o mesmo que presidir em Romanos 12:8 [1]. Tem o sentido de estar à frente (de), liderar, dirigir. Pode se referir também a estar preocupado com, cuidar de, ajudar e ainda ocupar-se com, engajar-se em. Tem referência a liderança no lar (ITm. 3:4s; 12) ou na igreja (ITs. 5:12; ITm. 5:17).

Com relação à obra de Deus, o trabalho do Senhor, o sentido ao mesmo tempo em que é amplo, também impõe responsabilidade sobre o que governa; exigindo capacidade e preparo que vem pela graça aliada ao esforço pessoal diante do Senhor. Veja que Paulo diz “Temos diferentes dons, segundo a graça que nos é dada” (Rm. 12:6).

A capacidade de governar, presidir, está entre o que podemos chamar de ‘dons do serviço’, os outros são exortar, repartir, presidir, usar de misericórdia. A graça é ampla: pela graça somos salvos (Rm. 5:15,18; 11:6; Ef. 2:5,8,9; Tt. 2:11) e pela graça servimos (Lc. 2:52; Rm. 1:5; ICo. 15:10; Ef. 4:7; Hb. 12:28).

A responsabilidade de todo o obreiro na seara do Senhor é totalmente com as coisas do Senhor, por ordem do Senhor, para o Senhor. Governar bem tem amplo alcance, envolve administração, cuidado, mordomia cristã, despensa cristã (ICo. 4:1-2; Tt. 1:7; IPe. 4:10).

Paulo, escrevendo a Timóteo refere-se aos presbíteros, isto é, os anciãos. A palavra presbítero já denota homem maduro, experiente, capaz. Porém Paulo faz menção daqueles que governam e acrescenta ainda com ênfase aos que trabalham na palavra e no ensino.

Isto dá a entender que o presbítero – aquele que governa – deve estar intimamente ligado à Palavra, e buscar em Deus a aptidão para o ensino, ou seja, ser “apto para ensinar” (ITm. 3:2), para isso deve haver dedicação pessoal (Rm. 12:7; cf. Tt. 1:9). É importante notar a importância da Palavra e do ensino no desempenho da liderança; os que assim procederem são merecedores de duplicada honra; só se chega ao objetivo de uma boa liderança eclesiástica se o obreiro estiver de acordo com a Palavra de Deus. Quando se distancia da Palavra corre-se grande perigo (ISm. 13;13).

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